Viva Maria
Viva Maria homenageia a pioneira da cinematografia negra brasileira
Professora e cineasta Edileuza Penha de Souza , idealizadora da Mostra Competitiva de Cinema Negro Adélia Sampaio, saúda o protagonismo das atrizes, diretoras e produtoras negras

Olá, amigas e amigos desse nosso programa que hoje gostaria muito de transformar os estúdios dessa nossa emissora em “Sala de Cinema”.
Vocês bem sabem que eu adoro navegar as ondas do rádio, mas não há nada que se compare à experiência de ficar por algumas horas no escurinho assistindo um bom filme.
Os Paralamas do Sucesso, pelo menos na canção, garantem que a vida não é filme.
Mas tenho certeza de que, se eles conhecessem a vida e obra de Adélia, certamente mudariam a letra da música.
A história de vida dessa mulher parece ter saído mesmo das telas.
Criança ainda experimentou a dor de ter que viver longe de sua mãe num asilo.
Mas, finalmente , aos 13 anos quando mudou-se para o Rio de Janeiro ela encontrou-se com o seu destino numa distribuidora de filmes. E a partir daí começou a trabalhar na produção de cinema, Foi continuísta, maquiadora, câmera, montadora e produtora. Tudo isso até tornar-se pioneira na cinematografia negra brasileira,
Não por acaso Adélia, hoje, empresta seu nome à Mostra Competitiva de Cinema Negro Adélia Sampaio. Uma mostra que celebra a produção de mulheres negras no audiovisual.
Sobre a Mostra Viva Maria tem o prazer de ouvir a idealizadora do evento. Falo da professora e cineasta Edileuza Penha de Souza , que em pleno Novembro Negro faz jus ao talento das atrizes, diretoras e produtoras negras não só do nosso pais!
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