Viva Maria
Tranças no mapa: projeto coroa resistência, força e arte das mulheres negras
A trancista Layla Maryzandra Sankara descreveu seu trabalho e como surgiu uma websérie audiovisual com 4 episódios, lançada recentemente em Brasília.

Olá, gente amiga desse nosso programa que no apagar das luzes do “Julho das Pretas” vai se valer das tranças que desde a escravidão do Brasil são símbolo de resistência, de força e de arte.
E para que a gente possa melhor compreender a importância dessas tranças, como uma forma de manter viva a cultura africana em meio a opressão da escravidão, vamos ouvir uma trancista, mestre em sustentabilidade junto aos povos e territórios tradicionais na Universidade de Brasília.
Layla Maryzandra Sankara integra um coletivo que desenvolve o projeto de formação e pesquisa Tranças no Mapa a partir de uma cartografia sociocultural de trancistas negras para identificar a prática de fazer penteados afro trançados enquanto um saber tradicional afro-brasileiro, servindo para afirmação do direito à memória negra. Como desdobramento desse projeto ela acabou, inclusive realizando uma websérie audiovisual com 4 episódios lançada recentemente em Brasília e que seguirá sua trajetória de sucesso rumo a Salvador,(BA) e São Luís, (MA). Não é isso minha querida?
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