Tarde Nacional - Rio de Janeiro
Paulo Rego apresenta "Gaia", que une arte, sustentabilidade e inovação
A obra sinfônica foi gravada com uma orquestra em Budapeste

Na mitologia grega, Gaia é a personificação da Terra e da natureza como componentes primordiais da criação, inclusive criadora de outros deuses. Dentro das propostas filosóficas mais recentes, o escritor James Lovelock concebeu a Hipótese de Gaia, que considera a Terra como um sistema único que se autorregula, onde os seres vivos influenciam as condições climáticas e biogeoquímicas do planeta.
A partir dessas duas formulações o compositor brasileiro Paulo Rego concebe "Gaia", obra sinfônica inovadora gravada com uma orquestra em Budapeste, que une música, reflexão ambiental e um formato físico revolucionário: o NP (No Play), produto fonográfico que oferece ao mercado uma nova forma de consumir música, unindo mídia física ao digital.
Com uma trajetória consolidada na música brasileira, Paulo se destaca por projetos autorais que unem inovação e conteúdo conceitual. Seu novo trabalho reforça seu papel como artista visionário e engajado. Saxofonista, flautista, compositor e arranjador, com graduação em Música, especialização em Saxofone e Composição pela UFRJ. Também estudou saxofone com Idriss Boudrioua. Em 1997, foi um dos fundadores do grupo NO OLHO DA RUA, onde atua como compositor, arranjador e instrumentista. Com o grupo, produziu e gravou seis CDs, o último deles (Samba-jazz 40º) com a coprodução de Ruy Castro.
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