Podcast

Tarde Nacional - Rio de Janeiro

Amok Teatro retorna ao teatro documentário com espetáculo no Rio

Incondicionais é um retrato sensível e contundente sobre culpa, opressão, memória e cuidado

No ar em
Baixar

Com Incondicionais, o Amok Teatro retorna ao teatro documentário para criar um espetáculo dedicado ao universo carcerário feminino. Baseado em fatos reais, a montagem propõe um mergulho no universo de mulheres detentas no Brasil, a partir da escuta de suas próprias vozes.

Incondicionais é um retrato sensível e contundente sobre culpa, opressão, memória e cuidado. Assim, o Amok convida o público a pousar o olhar sobre um mundo invisível: o sistema carcerário, com os desafios da reintegração social e da violência estrutural.

Mas montagem do Amok não é sobre prisão e sim uma investigação sobre escuta, abandono, invisibilidade, maternidade, raça, pobreza e humanidade em situações-limite. Assim, a provoca a reflexão sobre alternativas mais construtivas no campo da justiça.

Em cena, as atrizes Dai Ramos, Luciana Lopes, Sirlea Aleixo (Prêmio Shell), Taty Aleixo e Thay Aleixo, revezam o papel de detentas e cuidadoras. A direção e dramaturgia são de Ana Teixeira (Prêmio Shell) e Stephane Brodt (Prêmio Shell).

A estreia nacional de Incondicionais será no dia 25 de junho de 2026, no Teatro Arena do Sesc Copacabana, onde fica em cartaz até 19 de julho. O release a seguir apresenta os detalhes da montagem. Sigo à disposição para fornecer mais informações e agendar entrevistas.

Ney Motta | contemporânea comunicação e cultura

assessoria de imprensa para artes e espetáculos

21 98718-1965 | neymotta@gmail.com

Rio de Janeiro | São Paulo | Brasil

Sesc Copacabana recebe a estreia nacional de Incondicionais, nova montagem que marca o retorno do Amok Teatro ao teatro documentário.

Contemplado pelo Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar para temporada de 25 de junho a 19 de julho de 2026, no Teatro Arena do Sesc Copacabana, Incondicionais tem direção e dramaturgia de Ana Teixeira (Prêmio Shell) e Stephane Brodt (Prêmio Shell), com elenco formado por Dai Ramos, Luciana Lopes, Sirlea Aleixo (Prêmio Shell), Taty Aleixo e Thay Aleixo.

Clique aqui para baixar fotos de cenas e vídeo com trailer do espetáculo

Inspirado nos livros Cadeia – Relatos sobre mulheres de Debora Diniz, Prisioneiras de Dráuzio Varella, Presos que Menstruam de Nana Queiroz e Prisioneiras – Vida e violência atrás das grades de Bárbara Musumeci Soares e Iara Ilgenfritz, o novo espetáculo Incondicionais resulta de um intenso processo de pesquisa documental e aproximadamente seis meses de ensaios.

A dramaturgia foi construída a partir de entrevistas, depoimentos, artigos e estudos diversos. Nesse processo, o Amok Teatro mergulhou em um universo complexo, marcado por estigmas, violência e abandono.

A cadeia surge como etapa final de um percurso que, muitas vezes, se inicia ainda na infância, na casa ou na rua. Mas montagem do Amok não é sobre prisão e sim uma investigação sobre escuta, abandono, invisibilidade, maternidade, raça, pobreza e humanidade em situações-limite.

Assim, provoca reflexão sobre alternativas mais construtivas no campo da justiça. A cadeia é a linha final de um grande rito do abandono iniciado bem antes de chegarem ali. Os nomes e os rostos são diferentes, mas no final, todas se parecem nessa “máquina do abandono”.

Ao aproximar o público daquelas que a sociedade mantém à margem, o teatro reafirma seu papel como espaço de escuta, espaço em que podemos manter aceso o interesse pela complexidade dos seres humanos, sem o qual viver perde o sentido e o encanto. (Ana Teixeira)

Em uma penitenciária feminina brasileira, um gabinete de atendimento torna-se espaço de escuta, confrontos e humanidade. Entre relatórios, laudos e decisões judiciais, psicólogas e assistentes sociais recebem detentas cujas trajetórias revelam marcas profundas da pobreza, da violência estrutural, da maternidade interrompida e do abandono.

Suas vozes são direcionadas as cuidadoras do sistema prisional, as chamadas “jalecos brancos”, aquelas que escutam. Nesses atendimentos, as presas são temporariamente apenas “mulheres” e as “jalecos brancos” representam uma breve suspensão das regras hegemônicas do espaço policial. É nesse contexto que se cruzam as trajetórias de quatro personagens detentas. Histórias de mulheres e, sobretudo, de mães.

Ao dar voz às mulheres encarceradas e às profissionais que as acompanham, Incondicionais se apresenta como um espetáculo “feminino” expondo as fissuras de um sistema que reduz vidas a processos, ao mesmo tempo em que evidencia a potência transformadora da escuta. Entre atendimentos e momentos de convivência, as internas constroem redes frágeis de solidariedade, humor e resistência, enquanto revelam a complexa engrenagem que organiza a vida prisional.

As histórias são contadas em fragmentos, como uma colcha de retalhos composta por pedaços de vida de mulheres. (Stephane Brodt)

Contexto e motivação para a nova montagem

Fala-se pouco de mulheres encarceradas. O Brasil possui a terceira maior população carcerária do mundo, ultrapassando a marca de 900 mil pessoas privadas de liberdade. As mulheres representam uma minoria, cerca de 5% da população prisional.

Ainda assim, o crescimento da população prisional feminina aumentou mais de 560% nos últimos 15 anos. O perfil é recorrente: mulheres pobres, majoritariamente negras, com baixa escolaridade, dependentes de drogas e frequentemente inseridas em contextos marcados pela economia do tráfico e pela vulnerabilidade social.

Quando pensamos em encarceramento, é comum a ideia de que todos os presos devem ser tratados de forma igual. Mas a isonomia é injusta quando consideramos as diferenças. O sistema prisional feminino envolve gestantes, bebês nascidos no chão das cadeias, mulheres privadas de acesso à saúde e às visitas íntimas (permitida a elas 17 anos após os homens terem conquistado esse direito), e envolve também os filhos.

O espetáculo não pretende representar a totalidade do sistema prisional, mas lançar luz sobre algumas de suas camadas mais invisibilizadas. Mais do que um retrato social, Incondicionais é um mergulho na complexidade da experiência humana.

O “teatro documentário”, por Ana Teixeira

Em “Incondicionais”, construímos uma dramaturgia a partir da coleta de testemunhos, escritos, reportagens, artigos. Depois da Trilogia da Guerra, voltamos mais uma vez para o “teatro documentário”. Se em 2008, com o espetáculo “O Dragão”, mergulhamos em um evento histórico (o massacre perpetrado por Israel no campo de Refugiados de Jenin em 2002) agora, com “Incondicionais”, nossa pesquisa volta-se para uma realidade específica: a das mulheres no sistema prisional brasileiro.

Nosso objetivo não é didático nem jornalístico. O que desejamos oferecer com o teatro, é uma ruptura no tempo, uma suspenção, um recuo, a possibilidade de lançar um novo olhar sobre uma realidade, interrompendo o fluxo hipnótico e fragmentado das informações e das reações imediatamente esquecidas do mundo virtual.

Talvez o teatro possa, à seu modo, “iluminar” a atualidade, fazendo surgir personagens e interrogar a realidade através do que eles vêem e sentem. É um lugar onde podemos pensar sobre nós mesmos à medida em que pousamos o olhar sobre o outro.

Olhamos para a cena como um espaço de memória que manifesta, mais uma vez, o desejo humano (e político) de não esquecer os esquecidos, de dar voz aos que não conseguem ser ouvidos, de transmitir, partilhar, encontrar.

Construímos então uma dramaturgia baseada em testemunhos, abrindo caminho através de verdades esparsas, subjetivas e contraditórias. Uma dramaturgia fundada em “pessoas de carne e osso”.

E assim nos confrontamos às múltiplas questões colocadas por essa “máquina do abandono” que são as penitenciárias femininas, sem oferecer respostas prontas. O que nosso teatro documental propõe aqui, antes de tudo, é a partilha da experiência, da qual nem nós, nem as atrizes, saímos ilesas.

Nem sempre é fácil, mas nossa missão (assim como disse o Dr. Drauzio Varella), é “manter aceso o interesse pela complexidade das interações humanas”. Em “Incondicionais”, o que está em jogo, são pedaços de vida.

O Amok Teatro

Fundado em 1998 e dirigido por Ana Teixeira e Stephane Brodt, o Amok Teatro vem construindo uma sólida trajetória artística marcada por um grande reconhecimento do público e da crítica especializada, destacando-se como uma das companhias mais representativas do teatro de pesquisa carioca.

Realizou 12 espetáculos, pelos quais recebeu ou foi indicada à mais de 70 prêmios do teatro nacional. Espetáculos: Cartas de Rodez (1998), O Carrasco (2001), Macbeth (2004), Savina (2006), O Dragão (2008), Kabul (2009), Histórias de Família (2012), Salina - A Última Vértebra (2015), Os Cadernos de Kindzu (2016), Jogo de Damas (2018), Bordados (2020) e Furacão (2023).

O Amok Teatro vem desenvolvendo regularmente projetos de criação, pesquisa, formação e circulação, realizando numerosas turnês, apresentando espetáculos e ministrando oficinas em mais de 170 cidades de todas as regiões do Brasil e em países como Escócia, Sérvia, Argentina e China.

Realizou os projetos “Trilogia da Guerra” (envolvendo a criação de 3 espetáculos, mais de 80 horas de debates, apresentações em 68 cidades brasileiras e 1 publicação) e “África” (envolvendo 3 espetáculos, mais de 280 horas de atividades formativas voltadas para artistas de baixa renda, intercâmbios com mestres de tradição e ações culturais em comunidades quilombolas).

O Amok Teatro desenvolve uma pesquisa continuada sobre a arte do ator, mantendo um núcleo permanente: o LIAD (Laboratório de Investigação Artaud-Decroux), dirigido por Ana Teixeira (integrante do Centro Internacional de Pesquisas Artísticas e Acadêmicas sobre Antonin Artaud).

A Cia também mantém uma intensa atividade pedagógica, ministrando oficinas em sua sede, em festivais, universidades e em renomadas Instituições culturais nacionais e internacionais.

Com sede própria em Botafogo desde 2003, a Casa do Amok se configurou como um espaço intercultural, aberto e de referência para a formação do ator e criação cênica, intercâmbios e pesquisa, privilegiando a difusão de práticas artísticas e pedagógicas desenvolvidas por coletivos, encenadores e mestres de tradição de relevância no cenário nacional e internacional. https://www.amokteatro.com.br

ANA TEIXEIRA é pedagoga, fundadora e diretora do Amok Teatro, onde é também responsável pela criação de cenário, figurino e coordenação de projetos. Dirigiu espetáculos apresentados no Brasil e no estrangeiro com um grande reconhecimento da crítica e do público.

Recebeu e foi indicada aos mais importantes prêmios do teatro nacional. Com Cartas de Rodez, foi a primeira mulher a receber o Prêmio Shell de melhor direção. Formada pela École de Mime Corporel Dramatique de Paris (Decroux) tornou-se legatária dessa tradição.

Integrou a Cia. Internacional Théâtre de L'Ange Fou, graduou-se no Institut d'Etudes Théâtrales Sorbonne/Paris III, especializou-se no teatro do Extremo Oriente no Musée Kwok-On e dedicou-se ao estudo do teatro balinês (Topeng e Legong) com I Ketut Kantor e Kartina Kantor em Bali.

Com mais de quarenta anos de experiência nas artes cênicas, desenvolve uma pesquisa continuada sobre técnicas e métodos de trabalho para o ator. É professora convidada em diversas escolas e universidades no Brasil e no estrangeiro (França, Sérvia, China).

Ana Teixeira é diretora do LIAD – Laboratório de Investigação Artaud Decroux e integra o Centro Internacional de Pesquisas Artísticas e Acadêmicas sobre Antonin Artaud.

STEPHANE BRODT é um ator e diretor francês, radicado no Brasil desde 1995. Fundou com Ana Teixeira o Amok Teatro, onde além de atuar, também é responsável pela direção artística, criação de cenário, figurino e direção musical.

Na França, integrou a Cia Internacional Théâtre de L’Ange Fou, realizando diversas turnês pela Europa. Nos anos noventa, foi ator do Théâtre du Soleil, onde trabalhou sob a direção de Arianne Mnouchkine nos espetáculos no ciclo de Tragédias gregas e da criação de La Ville Parjure.

Em paralelo, dedicou-se ao estudo do teatro Topeng em Bali (atuação e escultura) com os I Ketut Kantor e Ida Bagus Alit e Y Nyoman Setiwayan. Criou e atuou em espetáculos apresentados no Brasil e no estrangeiro com grande sucesso de público e da crítica especializada.

Recebeu diversos prêmios, dentre eles: Prêmio Shell de melhor ator, melhor figurino, Prêmio Mambembe e Governo do Estado (RJ) de melhor espetáculo e figurino, além do prêmio de Melhor Ator na Mostra de Longas Gaúchos no 53° Festival de Gramado (RS) por sua atuação no longa metragem “Passaporte Memória”.

Com uma vasta experiência na formação de atores, é professor convidado em diversas escolas e universidades no Brasil e no estrangeiro, e colabora como diretor convidado em projetos independentes.

Minibios das atrizes

DAI RAMOS é uma mulher negra do subúrbio do Rio. Sua trajetória na arte é atravessada pela música, teatro e pela pesquisa de matrizes negras-diaspóricas. Foi indicada ao Prêmio Shell de Teatro em 2019 pela direção musical da peça “Os desertos de Laíde” de Rona Neves e desde 2015 integra o grupo Dembaia de mulheres negras e multilinguagem, voltado à ancestralidade, à palavra e ao tambor em cena.

Atuou como atriz, musicista e diretora musical em diversos curtas e peças que abordam espiritualidade, território, memória e resistência negra, como “Kbela” de Yasmin Thayná, “Elekô” do Coletivo Mulheres de Pedra, “Tia Ciata” de Mariana Campos e peças como “Olhos D’água” do Grupo Emú, “Akili e seu tambor falante” de Verônica Bonfim e “Maíra - Caminhos Ancestrais”, do Grupo Teatro Baixo.

LUCIANA LOPES graduou-se em Filosofia Bacharel/Licenciatura na UERJ e é formada em Artes Cênicas pela Escola Sesc de Artes Dramáticas. Atuou no Amok Teatro com os espetáculos “Salina – A Última Vértebra”, onde foi indicada a melhor atriz coadjuvante pelo 8º Prêmio Válvula de Escape/Olhares da Cena 2018, e com “Os Cadernos de Kindzu” pelo qual também foi indicada ao Prêmio APTR 2016 de melhor atriz coadjuvante e ao Prêmio Botequim Cultural 2016 na mesma categoria.

Na TV atuou na novela “Cobras e Lagartos” pela Rede Globo. Participou do longa “Cidade dos Homens” e do piloto de “A Face Negra do Amor”, uma série para streaming.

SIRLÉA ALEIXO é atriz, cantora e escritora, seus trabalhos mais recentes foram: “Mamãe querida” de Yuri Negreiros, “Hamlet” de Bruce Gomlevsky, “Furacão” do Amok Teatro, “Bonitinha mas ordinária” de Bruce Gomlevsky, “Viva o Povo Brasileiro” de André Paes Leme e “As Comadres” de Ariane Mnouchkne.

Participou das novelas “Um lugar ao sol”, ‘Dona de mim”, “Garota do momento”, da minissérie “Encantados”, do especial “Falas negras”, das séries “Pablo e Luizão”, “No Jogo”, dos filmes “Betinho - No fio da navalha, “Buzzum” e “A lama da mãe morta”. Recebeu o Prêmio Shell SP de melhor atriz protagonista por “Furacão” (2025), do Amok Teatro.

Foi indicada aos prêmios Art8 e APTR de melhor atriz protagonista por “Furacão”, APTR de melhor atriz coadjuvante por “A cena não muda” e ao Prêmio do Humor como melhor performance por ‘As Comadres” (2020).

TATY ALEIXO é atriz, cantora e compositora, graduada em Artes Cênicas pela UNIRIO. Iniciou a carreira em 2012 no grupo Manguinhos em Cena. Sua voz ecoa em “Furacão”, premiado com o APTR 2023 de Melhor Música. Interpretou Elza Soares em “Vozes Negras - A força do Canto Feminino”; em 2024 participou da turnê no Nordeste com o musical “Viva o Povo Brasileiro”; em 2021 participou da turnê no Brasil e em 2022 da turnê na Europa com o musical “As Comadres” dirigido por Ariane Mnouchkine; participou do espetáculo “A menina Dança” no Festival de Teatro em Resende.

Sinopse de Incondicionais

Incondicionais, a mais nova criação do Amok Teatro, mergulha no universo prisional feminino para explorar as relações de cuidado que emergem em contextos de violência e privação de liberdade.

Baseado em depoimentos e fatos reais, o espetáculo faz uma incursão na jornada de 4 mulheres encarceradas em uma penitenciária brasileira. O tempo é regulado por grades, códigos próprios e pela espera. Nesse contexto, um pequeno gabinete de atendimento transforma-se em espaço de escuta, confronto e humanidade.

Entre relatórios, laudos e decisões judiciais, psicólogas e assistentes sociais de “jaleco branco” recebem mulheres marcadas pela pobreza, pela violência estrutural, pela maternidade interrompida e pelo abandono social. Ao dar voz a essas mulheres, a peça constrói um diálogo com a realidade contemporânea, refletindo sobre o impacto do sistema prisional feminino no Brasil e sobre a busca por sentido e dignidade em meio às adversidades.

Ficha técnica

Direção e dramaturgia: Ana Teixeira e Stephane Brodt

Elenco: Dai Ramos, Luciana Lopes, Sirlea Aleixo, Taty Aleixo e Thay Aleixo

Iluminação (criação): Renato Machado

Figurinos: Stephane Brodt

Cenário: Ana Teixeira

Edição de som: Gabriel Petitdemange

Operação de luz: João Gaspary

Operação de som: Anderson Ribeiro

Cenotécnico: Beto Almeida

Produção: Gabriel Garcia

Assessoria de imprensa: Ney Motta

Fotos de divulgação: Renato Mangolin

Designer gráfico: Dila Puccini

Mídias sociais: Mariã Braga

https://www.amokteatro.com.br

Serviço

Local: Teatro Arena do Sesc Copacabana

Endereço: Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana, Rio de Janeiro

Temporada: 25 de junho a 19 de julho de 2026, quintas e sextas às 20h, sábados e domingos às 18h

Data de sessão com acessibilidade: 27/06 e 11/07

Informações: (21) 3180-5226

Vendas antecipadas: https://www.ingresso.com/espetaculos/incondicionais

Ingressos: R$ 30,00 (inteira); R$ 27,00 (conveniados), R$ 21,00 (credencial plena Sesc); R$ 15,00 (meia entrada para casos previstos por lei - idosos, estudantes, PCD e jovens de baixa renda na faixa etária 15 a 29 anos que apresentem carteira jovem ou CadÚnico; professores e classe artística com registro profissional, convênio e programa Mesa Brasil); Gratuito (público cadastrado no PCG).

Bilheteria: de terça a sexta das 9h às 20h, sábados, domingos e feriados das 14h às 20h.

Lotação: 155 lugares

Classificação etária: 16 anos

Duração: 90 minutos

Atendimento à imprensa

Ney Motta | contemporânea comunicação e cultura

assessoria de imprensa para artes e espetáculos

21 98718-1965 | neymotta@gmail.com

Rio de Janeiro | São Paulo | Brasil

Publicado em

Atualizado em

Podcast do programa Tarde Nacional - Rio de Janeiro

Dê sua opinião sobre a qualidade do conteúdo que você acessou.

Escolha sua manifestação em apenas um clique.