Tarde Nacional - Brasília
Saiba mais sobre o autismo não verbal
Estimulação para comunicação oral e não verbal é fundamental para quem possui o diagnóstico de TEA

Dentro da programação do Abril Azul, mês de conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), o Tarde Nacional conversa com a fonoaudióloga Paula Anderle sobre um tema que preocupa muitas famílias: o atraso na fala e as alternativas de comunicação para pessoas com autismo não verbal.
Estudos mostram que o atraso verbal é comum nas pessoas com TEA e pode impactar diretamente a interação social e a aprendizagem. As estimativas são de que 25% a 30% das pessoas com autismo permanecem minimamente verbais ou não desenvolvem uma fala funcional.
Paula Anderle explica que a ausência de fala não significa que a criança não está compreendendo o que acontece ao seu redor e que é possível desenvolver uma comunicação alternativa para que ela consiga se expressar. Ela orienta aos pais que fiquem atentos ao desenvolvimento do bebê e procurem ajuda tão logo percebam atrasos na fala e sinais de falta de socialização e interação.
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