Tarde Nacional - Amazônia
Venenos de serpente e de aranha da Amazônia têm potencial farmacológico
Segundo estudo da Unifesp, ainda em fase inicial, proteína encontrada poderá combater bactérias, fungos, vírus e até câncer

O Tarde Nacional - Amazônia desta segunda-feira 923) falou sobre um estudo que identificou nos venenos de uma serpente e de uma aranha da Amazônia potencial farmacológico para combater condições cardíacas, bactérias, fungos, vírus e até câncer.
Quem explicou direitinho isso pra gente foi o professor da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM-Unifesp) e coordenador dos estudos, Alexandre Tashima.
Segundo o professor, são venenos diferentes. A serpente produz um tipo de veneno na glândula e a aranha produz outro tipo. Agora, o que elas têm em comum é a classe de compostos que ambas têm no veneno. Então, os dois venenos têm toxinas que têm proteínas.
Na entrevista, Alexandre explica a ideia por trás dos estudos ao citar a clássica frase: "A diferença para o veneno e o fármaco está na dose". As espécies estudadas foram: a jararaca-do-norte e a rondoniae, uma espécie de aranha descoberta há mais de 100 anos.
Uma história interessante que ele conta sobre esse efeito farmacológico é que os primeiros medicamentos que surgiram para o tratamento de pressão arterial foram baseados no veneno da jararaca. Qual o próximo passo do estudo?
Saiba todos os detalhes na entrevista completa,para ouvir clique no player:
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O programa Tarde Nacional - Amazônia vai ao ar de segunda a sexta-feira, de 13h às 15h, na Rádio Nacional da Amazônia. A apresentação é de Juliana Maya.
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