Revista Brasil
Peritos criminais federais investigam ataques contra sedes dos Três Poderes
Presidente da Associação dos Peritos Criminais Federais traz detalhees do trabalho após os atos terroristas contra o STF, Congresso Nacional e Palácio do Planalto.

Após os episódios de terrorismo com os atos antidemocráticos contra o STF, o Congresso Nacional, e Palácio do Planalto, peritos criminais federais, que são cientistas da Polícia Federal, passaram a atuar em diferentes áreas para encontrar as provas de crimes.
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Segundo o presidente da Associação de Peritos Criminais, Willy Hauffe, a perícia busca a verdade com base em evidências científicas e testes de hipóteses.
“A perícia tem a obrigação de trazer aquilo tudo que ela viu e materializar, constatar e comprovar o que que aconteceu. Há busca de uma autoria através dos vestígios que possam ser encontrados lá”, afirmou.
Ele explica que a evolução das tecnologias viabiliza encontrar os evidências criminais. “Temos tecnologia, por exemplo, que foi aplicada nesse caso com escaneamento por 3D que se consegue fazer até um tour virtual e comparar imagens anteriores com imagens atuais pra fazer comparação o que existia e, depois quando foi depredado”.
Ele acrescenta os policiais federais buscam microvestígios, como foi o caso da possibilidade de disparo de arma de fogo. “O corpo de exames é muito vasto e depende do que se busca. Desde um exame de DNA até o exame químico para saber de um incêndio”.
Ouça acima a entrevista na íntegra no player acima.
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