Revista Brasil
Movimento defende medicina mais humanizada
Integrantes do Medicina sem Pressa acreditam que um atendimento personalizado reduz a quantidade de exames e de remédios

Mais atenção e mais conversa no consultório médico poderiam levar a um atendimento mais satisfatório, além de reduzir a quantidade de exames e de remédios. Essa é a defesa do movimento Medicina Sem Pressa. Os profissionais da medicina que participam desse movimento, compartilham uma crítica importante de que o foco atualmente está mais na doença do que no paciente. E por isso, eles defendem que o paciente deve ser tratado de forma humanizada.
Para falar sobre esse assunto, o programa Revista Brasil convidou o médico e professor da Faculdade de Medicina de Petrópolis, Régis Vieira. Segundo o profissional, o slow medicine surgiu de uma derivação do slow food, que veio em contraponto às refeições rápidas oferecidas por lanchonetes. "Esse movimento, que vem da Itália, tem ganhado o mundo sobretudo porque é uma necessidade tanto da medicina quanto do paciente", afirmou.
Ouça a entrevista:
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