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Revista Brasil

Especialista fala sobre balas perdidas

A Justiça determina o pagamento de indenização por dano moral de R$ 200 mil pensão vitalícia para a viúva de um caminhoneiro atingido por uma bala perdida durante um tiroteio, mas esta não é uma sentença inovadora

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Revista Brasil entrevistou nesta segunda-feira (24) o professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Maurício Jorge Pereira da Mota, explica que o governo não cumpriu o dever porque não reforçou a segurança. O professor term um artigo sobre balas perdidas. Um indenização de R$ 200 mil e pensão vitalícia para a viúva de um caminhoneiro atingido por bala perdida.

Maurício Jorge Pereira da Mota afirma: "A responsabilidade do Estado decorre da manutenção de um padrão médio de segurança pública". Há uma ausência completa do poder público. Quando Tim Lopes morreu em junho de 2002, no Complexo do Alemão, tiveram que fazer uma operação especial junto com o Bope.

Ele lembrou que o aumento do número de armas “não se mostrou com muito sucesso em outros lugares”.

Clique no player acima e ouça o bate-papo.

Placas na areia da Copacabana lembram nomes de crianças e adolescentes que morreram vítimas de balas perdidas no Rio

Placas na areia da Copacabana lembram nomes de crianças e adolescentes que morreram vítimas de balas perdidas no Rio/Tomaz Silva/ Agência Brasil

Placas na areia da Copacabana lembram nomes de crianças e adolescentes que morreram vítimas de balas perdidas no Rio - Tomaz Silva/ Agência Brasil

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