Revista Brasil
Especialista comenta sobre testes rápidos para coronavírus em farmácias
Saiba mais sobre a importância da colaboração do farmacêutico para diminuir a aglomeração nos hospitais

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou na semana passada que farmácias realizem testes rápidos para detectar o novo coronavírus. É preciso ter um profissional capacitado para realizar os exames. O Revista Brasil conversou com Forland Oliveira, um dos membros do Conselho Federal de Farmácia do Distrito Federal.
Ouça no player abaixo:
Your browser does not support the audio element.
Segundo Forland, existem dois testes para o coronavírus: o RT-PCR, feito em laboratórios de análises clínicas, e o imunocromatográfico, teste rápido que pode ser aplicado em farmácias.
“Quero deixar claro para a população que esses testes feitos nas famácias têm algumas limitações, alguns requisitos que devem ser cumpridos. Um deles, o primeiro, é que o paciente tem que ter iniciado os sintomas há pelo menos 8 dias, para ter positividade do teste", esclareceu.
Ele afirmou que o resultado desse teste não deve ser avaliado isoladamente.
Na entrevista, Forland comentou ainda sobre as orientações para a aplicação do teste.
Dê sua opinião sobre a qualidade do conteúdo que você acessou.
Escolha sua manifestação em apenas um clique.