Revista Brasil
Diretor do Hemorio explica sobre o plasma convalescente no combate ao coronavírus
Ouça entrevista com o diretor do Hemorio, Luiz Amorim

O Instituto Estadual de Hematologia do Rio de Janeiro (Hemorio) inicia série de estudos para utilização do plasma sanguíneo de pessoas curadas da Covid-19 em tratamento de pacientes em estado grave da doença. Para falar sobre o assunto, o Revista Brasil entrevistou o diretor do Hemorio, Luiz Amorim.
Ele explica que o estudo consiste em colher a parte do sangue que contém os anticorpos de pessoas que se curaram da doença. Depois de colhido, o plasma será testado nos pacientes, em estado grave, que estão infectados pelo vírus.
O diretor ressalta que essa mesma terapia de plasma convalescente foi utilizada em epidemias como do ebola e da H1N1..
O especialista fala que o plasma covalescente é uma parte do sangue meio amarelada, dourada. Espera-se que a pesquisa termine em dois meses.
Ouça a entrevista no player abaixo:
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