Nacional Jovem
Palhaçaria e ancestralidade: vivência artística em aldeia indígena promove troca cultural e encantamento
A palhaça caçica e pesquisadora Priscila Jácomo realiza uma “Vivência Palhacística” com povos indígenas, unindo arte, escuta, território e saberes ancestrais

O encontro entre a arte da palhaçaria e os saberes indígenas está dando origem a experiências de troca, escuta e conexão com o território. A artista e palhaça Priscila Jácomo desenvolve uma proposta chamada “Vivência Palhacística”, realizada junto ao povo Kariri Xocó e também em diálogo com os povos Krahô e Guarani Mbya. A iniciativa busca aproximar o universo do riso, da presença e da sensibilidade das tradições ancestrais, valorizando os encontros humanos e culturais dentro das aldeias. Quem conversou com o Nacional Jovem sobre essa experiência é a palhaça caçica, pesquisadora e arte-educadora Priscila Jácomo.
A entrevista foi leve, divertida e cheia de sensibilidade. Durante a conversa, Priscila Jácomo explicou que “povoparrir” nasceu justamente de uma trapalhada, de um engano transformado em criação, uma invenção poética que traduz o espírito da palhaçaria, do encontro e da liberdade de brincar com as palavras, os afetos e as diferenças.
Ao longo da entrevista, Priscila também destacou como essas vivências são construídas a partir da escuta, do respeito e da troca genuína com os povos originários, mostrando que a palhaçaria pode ser uma ponte entre culturas, memórias e formas diferentes de enxergar o mundo. Entre risos, histórias e reflexões, a conversa revelou a potência da arte como ferramenta de conexão humana e valorização das ancestralidades indígenas.
Ouça a entrevista completa no player acima.
O Nacional Jovem foi apresentado por Ediléia Martins, com produção de Patrícia Fontoura e trabalhos técnicos de Maan “Pipi” Kayabi. O programa vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 13h30 às 15h, pela Rádio Nacional da Amazônia.
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