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Brasil Rural

Pesquisadora cria filme comestível e biodegradável para embalagens

Da junção do pó fino secular e versátil da gelatina incorporando nano cristais de celulose, modificadores com resina de pinus, resulta numa película, antimicrobiana, antioxidante, estável, biodegradável e até comestível

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A pesquisadora Liliane Samara Leite falou ao Brasil Rural sobre o resultado de seu doutorado orientado pelo pesquisador da Embrapa Instrumentação, Luiz Henrique Capparelli Mattoso. A descoberta foi uma embalagem biodegradável que substitui o plástico e prolonga a vida dos alimentos fora da geladeira. 

Segundo ela, a embalagem é feita de gelatina, podendo ser descartada no meio ambiente e podendo se decompor em 6 meses. Ela não é só uma embalagem, mas traz também outros benefícios como facilitar o transporte, proteger contra impactos físicos, e impedir a produção de microrganismos.

 Ouça a entrevista no player acima.

Da junção do pó fino secular e versátil da gelatina incorporando nano cristais de celulose, modificadores com resina de pinus, resulta numa película, antimicrobiana, antioxidante, estável, biodegradável e até comestível, para embalagens multifuncionais

Da junção do pó fino secular e versátil da gelatina incorporando nano cristais de celulose, modificadores com resina de pinus, resulta numa película, antimicrobiana, antioxidante, estável, biodegradável e até comestível, para embalagens multifuncionais/Foto:Arquivo/Embrapa

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Episódio do programa Brasil Rural

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