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Brasil Rural

Pesquisa descobre que líquido da casca da castanha-de-caju tem potencial econômico

Líquido tem aplicabilidade na tecnologia OLED's

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Diego Lomonaco, professor e pesquisador da Universidade Federal do Ceará (UFC), conversou com o Brasil Rural sobre uma pesquisa que estuda a versatilidade do Líquido da Casca da Castanha-de-Caju (LCC).

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Segundo ele, a indústria do caju é voltada para a produção da castanha e tem como subproduto a casca da castanha e o LCC.

Líquido da casca da castanha-de-caju

Líquido da casca da castanha-de-caju/Foto: Universidade Federal do Ceará

A castanha in natura é formada por amêndoa (castanha) e a outra metade é dividida entre a casca e o LCC. Um dos constituintes composto no LCC é o ácido anacárdico e cardanol.

"É um material altamente versátil do ponto de vista químico e tecnológico", destacou.

O pesquisador explica que o líquido é rico em fenóis. Ele se assemelha ao óleo vegetal com uma variedade de aplicações e uma delas é a atuação na tecnologia OLED's, um tipo de LED orgânico, emissor de luz para ser usado em televisores.

O Brasil Rural vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 5h, pelas rádios Nacional AM Brasília e Nacional AM Rio; sábado, às 5h, pela Rádio Nacional do Alto Solimões e, às 7h, pelas rádios Nacional AM Brasília e Nacional da Amazônia

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Episódio do programa Brasil Rural

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