Episódio
Brasil Rural
Molécula de rã do Cerrado aumenta a durabilidade do morango
O experimento confirma o potencial do peptídeo para aumentar a vida de prateleira da fruta
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Foto: cocoparisienne / Pixabay
Cinco minutos. Esse foi o tempo durante o qual morangos ficaram em contato com um peptídeo (uma molécula isolada da pele de uma rã do Cerrado brasileiro) em experimentos realizados por cientistas da Universidade Estadual Paulista (Unesp).
O experimento foi o suficiente para evidenciar o potencial da molécula para aumentar a vida de prateleira da fruta, que tem alta perecibilidade.
O professor Eduardo Festozo Vicente, coordenador do Laboratório de Equipamentos Multiusuários da Faculdade de Engenharia e Ciências (Lemu-FCE) da Unesp-Tupã, esclarece o feito.
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