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Brasil Rural

Falta de regulamentação para descarte de animais mortos traz riscos à agropecuária

Embrapa Suínos e Aves orienta para o manejo correto de cadáveres em propriedades rurais

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Ainda sobre a questão da carne, a crise deve servir para que o Brasil reveja alguns itens sanitários nesta cadeia. Mesmo sem uma legislação própria, o descarte de animais em pequenas, médias e grandes propriedades rurais é um assunto sério. Atualmente, o tema é objeto de debate de um grupo de trabalho instituído pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), com a participação da Embrapa (portaria nº 216/2016) e do Projeto de Lei nº 5.851/2016, que tramita na Câmara dos Deputados.

Laboratório do projeto TEC-DAM, da Embrapa Suínos e Aves, que é utilizado para atividades de descarte correto de carcaças de animais

Laboratório do projeto TEC-DAM, da Embrapa Suínos e Aves, que é utilizado para atividades de descarte correto de carcaças de animais/Lucas Scherer / Embrapa

Laboratório do projeto TEC-DAM, da Embrapa Suínos e Aves, que é utilizado para atividades de descarte correto de carcaças de animais (Lucas Scherer / Embrapa)

Em entrevista ao Brasil Rural desta segunda-feira (3), o pesquisador da Embrapa Suínos e Aves (SC) Everton Krabbe alerta que existem diversas razões para não usar farinhas de cadáveres para alimentação animal, envolvendo desde a insegurança, as consequências da ingestão de substâncias tóxicas, que se formam nesses cadáveres, até o não atendimento ao bem-estar animal, uma vez que já se evidenciou que existem alterações em órgãos como fígado, rins e parâmetros sanguíneos de animais alimentados com essas substâncias.

Para mais detalhes sobre o projeto TEC-DAM e orientações para descarte correto de animais, acesse o link.   

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Episódio do programa Brasil Rural

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