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Tarde Nacional - São Paulo

Candy Mel lança seu primeiro álbum solo, “5Estrelas”

Cantora e compositora falou sobre o trabalho novo, sobre a carreira na Banda Uó e sobre programa inovador que apresentou na TV Brasil, o "Estação Plural"

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A cantora, compositora e apresentadora Candy Mel, que ganhou projeção nacional com a Banda Uó, lançou em maio de 2025 seu primeiro álbum solo, “5Estrelas. Em entrevista ao programa Tarde Nacional SP, da Rádio Nacional, ela contou como está vivendo este novo momento de sua carreira. “A recepção tem sido muito especial, porque consegui mostrar minha musicalidade de forma mais completa. Surpreendi muita gente e isso me deixa feliz, porque o disco tem uma narrativa própria, com diferentes sonoridades, mas muito fiel ao que eu acredito como artista”, disse.

Candy Mel também é conhecida como Mel Gonçalves. É uma voz vibrante e inspiradora da música brasileira contemporânea. Nascida em Goiânia, Goiás, ela ganhou projeção nacional com a Banda Uó, onde ao lado de Mateus Carrilho e Davi Sabbag, misturou tecnobrega, brasilidade, pop e alto astral, instaurando uma estética própria no cenário nacional. Além de cantora, Candy Mel é compositora, atriz, apresentadora e tem grande relevância na representatividade LGBTQIA+ no Brasil. Sua arte carrega potência vocal com muita liberdade criativa.

De 2016 a 2018, Candy Mel apresentou um programa na Rádio Nacional e na TV Brasil: o “Estação Plural”, um programa de entrevistas e debates, junto com a Ellen Oléria e o Fefito.

Agora, no seu primeiro trabalho solo, “5Estrelas”, Mel conta com produção musical de Nave e Fejuca, e sela uma jornada entre o popular e o sagrado, entre o brega, o samba do recôncavo, afrobeats, catira, violões e orquestras dramáticas. “5Estrelas” é uma celebração e uma narração pessoal: das origens no quintal de Goiás às influências que moldaram seu olhar artístico. Da mulheridade ao afeto e ao pertencimento.

Para o futuro, Candy Mel aponta para a necessidade de mudança na seleção de artistas para grandes eventos. Segundo ela, “muitas vezes os festivais tratam a gente como se houvesse espaço para apenas uma cantora trans. Somos diferentes entre nós, cada uma com seu estilo, timbre e performance. Não somos um grupo único. Quero que a minha música seja reconhecida pelo que é, e não só pela minha identidade. Ser uma cantora que é trans não limita minha arte, pelo contrário, amplia o que eu tenho a dizer”, concluiu.

Para ouvir a entrevista na íntegra clique no player acima.

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Episódio do programa Tarde Nacional - São Paulo

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