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Tarde Nacional - São Paulo

50 anos depois, “Xica da Silva” reestreia em resolução 4K

Anna Karina de Carvalho esteve na pré-estreia da nova versão do longa dirigido por Cacá Diegues e estrelado por Zezé Motta. Nesta edição da coluna Tapete Vermelho, ela também destaca as estreias da superprodução “A Odisseia” e do delicado “Pequenas Criaturas”

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Foto: Divulgação/Vitrine Filmes

A coluna Tapete Vermelho destaca três filmes que estreiam nos cinemas nesta quinta-feira (16): o sensível “Pequenas Criaturas”, o aguardado “A Odisseia” e o clássico “Xica da Silva”, que foi restaurado e agora pode ser visto em resolução 4K.

A colunista Anna Karina de Carvalho esteve na pré-estreia da nova versão de “Xica da Silva”, de Cacá Diegues, lançado em 1976, e que levou mais de 3 milhões de espectadores aos cinemas.

“A restauração ficou belíssima. As cores, os figurinos, a fotografia... tudo ganhou um novo brilho, sem perder a essência da obra original. É uma oportunidade para quem já conhece rever esse clássico e, principalmente, para uma nova geração descobrir um dos maiores filmes brasileiros de todos os tempos”, avaliou Anna Karina.

Na pré-estreia, a atriz Zezé Motta destacou a importância de celebrar “Xica da Silva” 50 anos após o lançamento. Ela agradeceu o carinho do público e afirmou que a personagem continua viva.

“Restaurar não é melhorar a obra; é recuperar o que o tempo e as más condições de preservação podem ter causado. É trazer de volta toda a potencialidade estética que já existia naquele filme”, explicou a coordenadora da restauração, Débora Butruce, da Vitrine Filmes.

A coluna também destaca a estreia da superprodução “A Odisseia”, de Christopher Nolan, sobre a longa viagem de Odisseu tentando voltar para casa depois da Guerra de Troia. “É um épico, daqueles feitos para serem vistos na maior tela possível. Nolan adapta o poema de Homero, com toda a grandiosidade que a história merece”, descreve Anna Karina.

Outro longa brasileiro que chega às salas de cinema de todo o país é “Pequenas Criaturas”. A história se passa em Brasília, em 1986, logo no início da redemocratização, e mostra como Helena, interpretada por Carolina Dieckmann, lida com a solidão durante o período em que o marido viaja e ela se vê sozinha, cuidando dos filhos. “É um filme delicado, sensível e muito bonito, que aposta mais nos silêncios, nos olhares e nas emoções do que em grandes acontecimentos”, conta a colunista.

Ouça a coluna completa no player.

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