Revista Rio
Tradição das benzedeiras se mantém viva nos subúrbios do Rio
Pesquisadora conta mais sobre as abordagens terapêuticas praticadas pela cultura popular

Espinhela caída, cobreiro, quebranto, erisepela. Na medicinta popular, corpo e espírito são inseparáveis. Remédios naturais, rezas, cantos e simpatias curam tanto o corpo quanto a alma. Esses são os princípios que nortearam um projeto que mapeia e conta sobre a tradição das benzedeiras, que embora cada vez mais rara, se mantém viva nos bairros do subúrbio do Rio. As histórias dessas lideranças espirituais revelam mais do que curas, falam também sobre memórias a ancestralidade.
Mas quem cumpre hoje esse ofício de benzer?
Quem conta ao Revista Rio é a pesquisadora e produtira do Projeto Imaginários Benzedeiros: Leituras Reencantadas Taty Maria.
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