Revista Rio
Ranking aponta deficiências no saneamento de cidades fluminenses
Especialista reflete sobre o quanto o estado do Rio precisa avançar na garantia desse direito básico

O novo Marco Legal do Saneamento estabelece que até 2033 os serviços de água e esgoto precisam ser universalizados em todo o Brasil.
O Ranking do Saneamento 2024, elaborado anualmente pelo Instituto Trata Brasil, aponta que algumas cidades fluminenses estão nas piores colocações entre as 100 mais populosas do Brasil. É o caso de Duque de Caxias e Belford Roxo, que tem cerca de 30% da população sem acesso à água tratada.
Quando o quesito é rede de esgoto, o município de São Gonçalo está entre as piores cidades, com menos de 13% de cobertura. Em relação ao tratamento do esgoto, São João de Meriti é a ultima cidade do país, com 0%.
O Revista Rio fala nesta edição sobre o quanto o estado do Rio de Janeiro precisa avançar no saneamento básico, que é essencial para a qualidade de vida e saúde da população e do meio ambiente.
Quem ajuda nessa tarefa é o pesquisador da Fundação Getúlio Vargas e ex-presidente do Instituto Estadual do Ambiente, Luiz Firmino Martins Pereira. Ele que também é curador do Congresso Internacional de Resíduos e Saneamento, que acontece em outubro.
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