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Revista Rio

Espetáculo reflete sobre os julgamentos do corpo feminino

Teatro conta a história de mulher mexicana que foi transformada em atração de circo no século XIX

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Lembra daquelas atrações de circo que anunciavam uma tenda com a mulher mais feia do mundo, ou monga, a mulher gorila, ou ainda mulheres barbadas?

Um espetáculo em cartaz, neste sábado, no Sesc Madureira, explora o imaginário social, a partir de uma personagem célebre que teve sua vida associada aos shows de horrores.

Pastrana – A mulher mais feia do mundo é uma peça que busca outras possobilidades de imaginar a vida de Julia Pastrana, uma mulher mexicana que tinha o corpo coberto de pelos grossos e sedosos. A montagem traz reflexões sobre o modo como os corpos de mulheres ainda hoje são alvo dos julgamentos e das zombarias populares, inclusive com a utilização da internet.

Sobre o espetáculo o Revista Rio bateu um papo com

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Episódio do programa Revista Rio

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