Revista Rio
Defensoria Pública da União entra com ação para combater a pandemia em áreas carentes do RJ
Defensora, Rita Cristina de Oliveira, falou sobre o assunto à Rádio Nacional do Rio de Janeiro

Em entrevista a Dylan Araújo, no programa Revista Rio, a defensora pública federal, Rita Cristina de Oliveira, Coordenadora do Grupo de Trabalho de Políticas Etnorraciais da Defensoria Pública da União (DPU), falou sobre os principais pontos da ação civil pública que requsita um plano de ações emergenciais para a população que reside em áreas carentes da cidade do Rio de Janeiro.
Entre os pontos principais da ação estão a reivindicação do aumento das equipes de profissionais de saúde nas unidades básicas de atendimento, a implementação de uma política regular de trabalho dos agentes comunitários de saúde, que são os profissionais que podem verificar as condições de extrema vulnerabilidade e a possibilidade de realocação de moradores em situação de grave risco, além de uma política de fornecimento de equipamentos de proteção para profissionais de saúde e trabalhadores de serviços essenciais, entre outras necessidades consideradas urgentes, como a realização de testes nas comunidades. "Há um momento em que a doença se agrava e que havendo testes, nesse período mediado, a gente tem mais condições de enfrentar a doença sem precisar tanto dos equipamentos mais sofisticados de saúde", explica ela.
A ação civil pública em questão também tem o seu foco voltado para o auxílio aos estudantes de escolas públicas que não possuem acesso facilitado à internet para poderem acompanhar aulas e realizar estudos à distância.
"A gente entede que são ações que podem ser resolvidas no curto médio prazo, desde que haja vontade política e investimento público robusto nesse momento", declara Dra. Rita Cristina de Oliveira, durante a entrevista, que pode ser acompanhada, na íntegra, clicando no player.
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