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No Mundo da Bola

Nadador Matheus Rheine deixa CT em São Paulo para treinar em SC

Em busca da medalha nos Jogos Paralímpicos de Tóquio, catarinense aposta na volta para casa

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Nadador paralímpico da classe S11 (cegos), Matheus Rheine retornou ao lar. Depois de dois anos residindo em São Paulo e treinando no CT Paralímpico, ele se mudou para Brusque e voltou a treinar na piscina onde fez a preparação dos jogos do Rio de Janeiro, que resultou na medalha de bronze nos 400 metros livre. Na entrevista, Rheine fala com o reporter Juliano Justo sobre a mudança e os planos para o futuro. 

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"Doeu bastante para tomar essa decisão de sair do CT, não só pelo carinho que eu tenho pelos profissionais", conta Matheus. "Outras coisas vem na balança, que é a proximidade com a minha esposa, a minha sogra também estava precisando muito da gente aqui, ela tem 85 anos".

Ele avalia que as diferença na estrutura do treino em Santa Catarina em relação ao CT em São Paulo não serão obstáculo. "Apesar de ter uma piscina menor, já tive resultados bons no passado treinando aqui", recorda, referindo-se à conquista dos 400 no Rio. "E agora pretendo todos os dias fazer algo de diferente na minha cabeça para que eu consiga buscar esse algo a mais, e melhorar ainda mais do que eu estava conseguindo, principamente no quesito técnico."

Antes da pandemia, estava tudo definido em relação aos índices classificatórios e as competições até a Paralimpíada. Agora o Matheus e toda a equipe aguardam ansiosamente a definição sobre os jogos no Japão. Rheine tem várias medalhas em Parapans e em mundiais nos 50 e nos 100 metros, além da conquista do bronze nos 400 metros no Rio de Janeiro. Agora a questão é sobre o que ele pretende nadar na piscina de Tóquio.

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Episódio do programa No Mundo da Bola

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