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Alô Fronteira

Defensoria Pública no AM busca ampliar abastecimento de água para indígenas

Ouça entrevista com defensor público Murilo Breda sobre o projeto "Moringa"

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Moringa, planta amazônida que tem o potencial de purificar a água, é o nome de batismo de um projeto da Defensoria Pública do Amazonas para viabilizar a ampliação de abastecimento de água potável em comunidades indígenas no interior do Estado.

A parceria envolve o Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) e prefeituras de municípios da Região do Alto Solimões. "Nós fomos a São Paulo de Olivença, Amaturá, Tonantins e Santo Antônio de Sá. Todas as prefeituras se prontificaram a arcar com custos de materiais (de aproximadamente R$ 40 mil por poço de cada comunidade). O número de poços depende de cada prefeitura", afirma o defensor público Murilo Breda, em entrevista ao Programa Alô Fronteira, da Rádio Nacional Alto Solimões. Ouça acima a entrevista na íntegra.

O DSEI, que já atua em um projeto plurianual do governo federal em 24 comunidades, vai colaborar com equipamentos de mão de obra especializada. No projeto Moringa, com a Defensoria Pública, são atendidas regiões que antes não estavam contempladas.

Equipamento

O defensor público explica que o próximo passo para essa nova implementação é o transporte da perfuratriz, equipamento para furar o poço de água. "Essa transporte envolve questões lógisticas e de contratação. Nossa estimativa é que, em setembro, já sejam feitos os novos poços.

Perfuração de poço de água

Perfuração de poço de água/Foto: DSEI

Equipamento para perfurar poços precisa ser transportado pelos rios da Amazônia


Murilo Breda acrescenta que, na atual realidade, indígenas tenham que percorrer quilômetros para conseguir água para suas comunidades. "Não é um protocolo de intenções, mas um compromisso público entre as instituições".

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Episódio do programa Alô Fronteira

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